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16 de julho de 2013

F5 saúde - Gengivite

Boa Noite, lindezas!
Resolvi puxar a sardinha pro meu lado dessa vez, kkk, o F5 saúde de hoje é pra uma das doenças bucais mais frequentes na população: Gengivite.


E para começar, bora esclarecer o que é gengivite?
Gengivite é uma inflamação na gengiva. É  o estágio inicial da doença que ocorre na gengiva, e por isso, é mais fácil de ser tratada. 


     A principal causa da gengivite é o acúmulo a longo prazo de placa bacteriana (uma "camada" viscosa e sem cor, formada por bactérias, muco e resto de comida) nos dentes. Se essa placa não for removida (pela escovação correta, uso de fio dental e visita frequente ao dentista), ela vai ficando mais dura, transformando-se assim em tártaro. Tanto a placa quanto o tártaro inflamam e irritam a gengiva, causando a gengivite. 

OBS. Além da má higiene oral, gravidez, diabete não controlada e doenças em geral, aumentam o risco de desenvolver a doença.

Em estágio inicial, pode-se reverter os danos da doença. No entanto, se a gengivite não for tratada, pode evoluir para uma periodontite e causar danos permanentes aos dentes e mandíbula/maxila. Algumas pessoas têm mau hálito frequente ou sentem gosto ruim na boca, mesmo se a doença não estiver em estágio avançado.

     Os sintomas mais frequentes são: gengivas vermelhas, inchadas e sensíveis que podem sangrar durante a escovação. Ou, ainda, a retração (recuo) gengival.

     O mais indicado, SEMPRE, é a prevenção. Como? Com uma escovação adequada, o correto uso do fio dental e, é claro, consultar o seu dentista para receber instruções de técnicas de escovação e de uso do fio dental apropriadas. 

OBS. Lembrando que SEMPRE, SEMPRE e SEMPRE o tratamento deve ser realizado pelo profissional, não usem técnicas caseiras indicadas pelo vizinho/internet. Pois, QUANDO resolve, é momentâneo, e pode agravar a situação mais na frente. 


















PS. Todas as informações foram dadas no intuito de esclarecer sobre a doença, mas é imprescindível a avaliação profissional.

E, é isso. Espero que tenha esclarecido aos que tinham dúvidas, e reforçado pros que já sabiam ;D

Se ainda não viu o F5 saúde - Insuficiência Renal, já sabe né? é só clicar ;)

Bjbj e Boa Noite!!

Fontes:
http://www.colgate.com.br/
http://www.colgate.com.br/

16 de abril de 2013

F5 Saúde - Esclerose múltipla

Heey meu povo, como prometido, cá estou! Vamos dar inicio a um novo quadro hoje, o F5 Saúde, que tem por objetivo informar e atualizar vocês sobre algumas doenças e seus tratamentos. BasNoite também é cultura gente haha ;D. Sem mais delongas, comecemos. E pra estrear o quadro, falaremos sobre Esclerose Múltipla. 

                    

    Ao contrário do que se pensa, a esclerose múltipla é uma doença dos jovens, e não dos idosos. Prevalece em pessoas com idade entre 20 e 50 anos,mas hoje já se faz cada vez mais o diagnóstico em idades inferiores inclusive adolescentes e crianças. Acima dos 50 anos também há casos de inicio da doença descritos. É predominante nas mulheres. Segundo a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM), cerca de 35 mil brasileiros são portadores da doença. 

    "A esclerose múltipla (EM) é uma doença crônica do sistema nervoso central que afeta o cérebro e a medula espinhal e que interfere na capacidade do cérebro e da medula espinhal para controlar funções, como caminhar, enxergar, falar, urinar e outras." (www.abem.org.br, acessado em 2013)

    Especulam-se algumas teorias, mas não há ainda uma certeza de causas. Os sintomas mais comumente apresentados são: alterações fonoaudiológicas (fala lenta, dificuldade de deglutição), fadiga (cansaço intenso e incapacitante), transtornos cognitivos (processamento da memória e dificuldade de executar tarefas), transtornos emocionais (ansiosidade, mudança de humor, depressividade, transtorno bipolar, irritabilidade), problemas de bexiga e intestinais, transtornos visuais (visão embaçada, visão dupla), problemas de equilíbrio e coordenação, espasticidade (rigidez de um membro ao movimento) e sexualidade (disfunção erétil, diminuição de lubrificação vaginal, comprometimento da sensibilidade da região genital).

    O profissional mais indicado para diagnosticar a EM é o neurologista. Após a hipótese, são solicitados exames para comprovação do diagnóstico. Os exames são: Ressonância magnética, líquor onde o fluido que banha o SNC (sistema nervoso central) é retirado para exame, potencial evocado que mede a condução nervosa no seu trajeto visual, auditivo, motor e sensorial. 


      A EM não é contagiosa, não é uma doença mental, não há como prevenir e possui tratamento, mas ainda não possui cura. Os tratamentos oferecidos buscam reduzir a atividade inflamatória e os surtos ao longo dos anos, melhorando a qualidade de vida dos portadores da doença. No Brasil os medicamentos são distribuídos gratuitamente pelo governo através de farmácias de dispensação de alto custo ou em centros públicos de referência do tratamento da EM mediante relatório médico que confirme a existência da doença.


   Além da medicação para a EM, existem medicamentos que buscam aliviar os sintomas como a dor, dormência, urgência urinaria, fadiga, etc. Cada sintoma deve ser discutido com o neurologista a fim de viabilizar a melhor conduta e orientação.

Novos tratamentos 

-> Anticorpos monoclonais: No mercado já esta disponível o natalizumabe (tysabri), a primeira substância produzida especificamente para esclerose múltipla, cuja indicação é para doença grave, de evolução rápida, refratária a outras terapêuticas. Age na atividade inflamatória, reduzindo surtos e incapacitações.

-> Medicações via oral: Fingolimod, cladribina, laquinomod, teriflunomide, fumarato. A primeira já aprovada pelo FDA (o similar da ANVISA americano), deve chegar em nosso mercado no próximo ano e a segunda em vias de final de aprovação. Todas com indicação para minimizar surtos quanto frequência, taxa anual e concomitante Acúmulo de incapacitações (Mas ainda há necessidade de estudos para saber efeitos colaterais quando usados a longo prazo).
-> Transplante autólogo de células tronco: Ainda é um protocolo de pesquisa e indicado na refratariedade terapêutica, a maioria dos trabalhos mostram uma estabilização clínica, mas não uma melhora objetiva; precisa-se de estudos mais longos para uma melhor conclusão e responder algumas questões principalmente manutenção de eficácia a longo prazo.

                     foto7

Em caso de dúvidas, procure o quanto antes um neurologista.

Existem vários programas assistenciais, de apoio aos portadores e familiares... Mais informações no site da Associação Brasileira de Esclerose Múltipla: http://www.abem.org.br/index.php

Tentei colocar a linguagem mais simples possível, caso ainda teja chatinho de entender é só falar que tentarei simplificar mais. Caso queiram que a gente fale de alguma doença específica, deixem nos comentários ou entrem em contato pelo e-mail: blogbasnoite@gmail.com

Espero que vocês tenham gostado do quadro. Informação nunca é demais! Por hoje é só galeros.

Bjbj e Boa Noite ;D

Fontes: